Historias Preferenciais
e Ações Jurídicas
 

INPS desconhece a lei e nega beneficio

A matéria que estamos apresentando é a reformulação da primeira historia que publicamos em oito de agosto de 2013 na inauguração dessa seção. O nosso proposito é apresentar historias verídicas e ações jurídicas revelando tudo que acontece com o cidadão que precisa recorrer ao INPS, como também buscar atendimento em unidades do SUS e outros centros de saúde, unidades de emergência e hospitais públicos.  

São milhares de historias de brasileiros que reclamam através da imprensa e viram noticia, outros recorrem à justiça, onde transitam milhares de ações, sendo que a maioria das sentenças é favorável aos reclamantes o que comprova os erros e a falta de qualidade dos sistemas que administram esses serviços públicos.

 

INPS desconhece a lei e nega beneficio

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Hospital Antônio Pedro – Niterói - Péssima administração

 

A mais de seis anos a senhora Dayse foi internada no Hospital Antônio Pedro em Niterói RJ, onde foi submetida a uma cirurgia para extrair um tumor benigno no cérebro, o resultado do ato cirúrgico foi satisfatório não deixando nenhuma sequela física. No entanto o neurocirurgião determinou que a paciente fosse submetida a uma serie de ações de radioterapia, que provocou diversos problemas físicos e mentais. Ao procurar auxílio-doença no INPS, simplesmente lhe foi negado, na época a paciente tinha sido operada de um tumor no cérebro e submetida a aplicações de radio terapia, o que infringe dois artigos de lei especifico no caso da paciente.  A senhora em questão, sem poder trabalhar, não tendo nenhuma condição financeira, durante seis anos frequentou diversos serviços de fisioterapia e reabilitação sem qualquer sucesso, desesperada pela sua situação, procurou mais uma vez o INPS, o qual sem proceder qualquer exame ou avaliação, novamente negou qualquer tipo de auxilio.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Hospital Estadual Albert Schweitzer em Realengo

 

Um grande hospital que possui um corpo clinica variado com mais de cem médicos, porem incompleto, faltando muitas especialidades o que prejudica um tratamento eficiente. Obrigando muitas vezes o paciente que já esta internada, ser removida para outro hospital, o que não e fácil. 

Com a saúde debilitada, a senhora Dayse em 26/07/2013 foi acometida de fortes dores, sendo atendida na emergência          do UPA Saens Pena - Tijuca que nada pode fazer a não ser uma simples medicação de analgésico e nada mais.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Propaganda não resolve a saúde...

Para conseguir atendimento hospitalar foi necessário recorrer à justiça que determinou urgência para que fosse internado no Hospital Estadual Albert Schweitzer em Realengo, onde deu entrada em 27/07/2013 ficando durante alguns dias no CTI.

Após alguns exames foi constatado que os dois rins da paciente encontra-se com graves problemas e que a mesma necessita urgentemente de cirurgia. No entanto após 30 dias de internação foi comunicado pela direção do hospital que a paciente teria que ser transferida para outro centro de saúde que possua médicos especializados.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Hospital COPA D’OR padrão de qualidade.

 

Novamente essa transferência somente foi possível, por determinação judicial, que dessa vez, determinou o encaminhamento para o Hospital e Maternidade São Luiz S.A. (COPA D’OR) em Copacabana, no qual foi internada em 09/09/2013 às 18h30min.  Onde aguarda novas avaliações medicas e as devidas providencias que são necessárias para atender ao seu atual estado de saúde, como os problemas os existentes anteriormente.

Os fatos constatam que a Sra. Dayse com esse novo diagnostico que apresenta grave problema renal, o que perfaz um resultado de quatro doenças prevista na legislação especifica, que lhe dão direito aos benefícios previdenciários que lhe vem sendo negado durante seis anos.

Doenças que dão direito a benefício previdenciário:   

Algumas doenças previstas em lei como sendo graves contagiosas ou incuráveis, permitem que o cidadão tenha a aposentadoria ou auxílio doença, independente do tempo de carência, conforme o artigo 151 da lei 8.213, sendo elas:

Relação das doenças da Sra. Dayse, que de acordo com a lei lhe da o direito aos benefícios previdenciários. Os quais lhe tem sido negado durante seis anos.

1)      Extração de tumor no cérebro

2)      Contaminação por radiação, com base em conclusão da medicina especializada

3)      Paralisia irreversível e incapacitante;

4)      Nefropatia grave;

                                                

A nossa equipe, vem acompanhando o desenvolvimento do tratamento medico da senhora Dayse, que nos relatou a diferença de atendimento entre os serviços médicos em que passou por todos esses anos.

 

Quanto ao Hospital Estadual Albert Schweitzer em Realengo declarou ter recebido um excelente atendimento multidisciplinar de profissionais atenciosos. Lamentando porem, que o hospital não possui especialista para o seu caso.

 

Respondendo a nossa pergunta, sobre a época em que esteve internada no Hospital Antônio Pedro em Niterói, onde foi submetida a uma cirurgia de um tumor cerebral, seguida de aplicações de radioterapia, declarou que em nenhuma dessa fase, durante ou após a cirurgia foi assistida por psiquiatra, psicólogo, fisiatra ou assistente social, o que nos surpreende, devido à gravidade de seu estado físico e mental.

 

No momento ela se encontra internada no Hospital e Maternidade São Luiz S.A. (COPA D’OR) em Copacabana, aguardando a possibilidade de ser submetida a uma cirurgia nos rins. 


 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Enquanto a Sra. Dayse luta por sua saúde internada em um hospital. A justiça examina com equidade e imparcialidade o seu pedido de reconhecimento de seus direitos previdenciários.

A nossa equipe continuara acompanhando o caso da Sra. Dayse, o qual tomamos como exemplo, entre os milhares de casos que passam a ser rotina em nosso país.

 

A direção do INPS precisa estar mais atenta em suas decisões, para evitar que as pessoas com direitos adquiridos por lei tenham que recorrer a justiça.

 

A seguir estamos publicando uma decisão judicial, a qual mostra claramente, como funcionam os procedimentos processuais. Ao autor lhe foi dado todos os direitos a diligenciar quanto as suas pretensões, no entanto o pedido lhe foi negado, por falta de apoio legal.

 

Portador de nefropatia grave é impedido de tomar posse como técnico judiciário-11/08/2013 10h38

 

Decisão foi da Quinta Turma do TRF-A Quinta Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região negou pedido de candidato portador de nefropatia grave de tomar posse como técnico judiciário. A decisão foi unânime.

Caso – Candidato de concurso público ajuizou ação pleiteando posse em cargo de técnico judiciário/especialidade informática do Superior Tribunal de Justiça, para o qual foi nomeado. O autor foi impedido de tomar posse por ser considerado inapto diante de nefropatia crônica.

Segundo os relatórios médicos, foi relatado que o candidato fez um transplante renal há 14 anos, havendo ainda perda da função renal nos últimos quatro anos, devido à doença. Os laudos trazem ainda que a patologia é de caráter crônico e progressivo, o que acarreta significativa limitação à sua capacidade laboral no cargo.

A Sétima Vara Federal do Distrito Federal entendeu que o autor não atende ao requisito de “aptidão física” previsto na Lei 8.112/90 para ser investido no cargo, e negou o pedido.

Na decisão, o julgador afirmou que o exercício do cargo requer certo requisitos físicos como concentração visual intensa, destreza manual/digital, além da necessidade de tolerância para permanecer em ambientes com baixa temperatura e alta luminosidade.

O julgador destacou ainda que, o fato de o candidato ser ocupante de cargo idêntico no Ministério da Educação desde 2005 não é indicativo de que ele tenha aptidão física, que é avaliada no momento da investidura no cargo pretendido.

Salientou o magistrado, que caso o candidato tomasse posse com o diagnóstico de nefropatia grave, poderia ser imediatamente aposentado por invalidez. De acordo com o artigo 186 da Lei 8.112/90 o servidor será aposentado por invalidez permanente quando decorrente de acidente em serviço, moléstia profissional ou doença grave, como no caso analisado.

O candidato recorreu da decisão, defendendo que o ato administrativo não possui fundamentação técnica capaz de estabelecer qualquer ligação científica que permita indicar que o portador da doença não tem como exercer o cargo de técnico judiciário.

Decisão – O juiz federal convocado relator do processo, Carlos Eduardo Castro Martins, ao manter a decisão, afirmou que a junta médica do STJ salientou que o candidato não possui aptidão física para ocupar o cargo, assim, é legítima a negativa da Administração em dar posse ao candidato.

“Nesse sentido, confiram-se precedentes desta Corte Federal no sentido de que é desnecessária a realização de prova pericial para aferição do estado de saúde de candidato considerado inapto por junta médica oficial, por ser portador de doença incapacitante, a teor do disposto no art. 186, § 3.º, da Lei 8.112/90, afirmou, citando jurisprudência desta Corte (AC 0037107-88.2006.4.01.3400/DF, Rel. DESEMBARGADOR FEDERAL DANIEL PAES RIBEIRO, SEXTA TURMA, e-DJF1 p.611 de 16/03/2012)”, ressaltou o julgador.

Matéria referente ao processo (2006.34.00.021038-6).

 

 

Avaliações sobre Hospital Estadual Albert Schweitzer - Realengo

Humberto Ribeiro - 24/03/2012

Por um lado eu elogio o Hospital Estadual Albert Schweitzer pelas novas aparelhagens sofisticadas concedidas pelo governo do estado, mas por outro lado eu não elogio porque faltam profissionais mais capacitados, tanto médicos, enfermeiros (as) e auxiliares. Profissionais com mais ética e sensibilidade humana.

Aliás aqui no Brasil, o que falta muito é a ética, parece que em quase todos os setores sociais falta isso e a saúde não fica fora disso.

Veja bem, minha enteada foi internada as pressas neste Hospital Albert Schweitzer no dia 21.03.2012 para fazer um parto normal, sendo que ela já entrou sabendo pela equipe médica que o bebê ja estava morto. Além dela ficar muito tempo aos berros de desespero que chega pelos corredores se ouvia, segundo ela nos relatou. Além disso, nós familiares ficamos muito tempo lá fora querendo saber notícias se tinha já havido o parto e se o bebê nascera bem, pois essa informação nos foi negada. Negada, não sei por que, sendo que depois iríamos saber do mesmo modo, mas só ficamos sabendo, foi porque ela, a minha enteada, pediu um celular emprestado a uma enfermeira, que por piedade ou sei lá, emprestou.

Minha enteada, as 02h40min da manhã do dia 22.3.2012 telefonou pra nos avisar que tinha feito o parto, mas que o bebê viera morto. Engraçado isso!!! pra não dizer que é trágico.

Essas informações poderiam ter sido passado para nós familiares, e não foi. Por quê?

Demoraram muito a fazerem esse parto, desde as 11h00min da manhã e ainda ela teve que aguardar muitas horas pra fazer uma ultrassonografia. Isso é uma tortura.

Além do mais, a médica nos falou que o bebê estava com 4 kg, um bebê com um peso exagerado, e a coitada teve que ser submetida a um parto normal. Veja só vcs que tortura, o bebê deve ter vindo rasgando, e ela teve que ser submetida a parto normal...

Esses hospitais parecem mais as regiões do Umbral aqui na terra (lugar descrido em obras psicografadas e em filmes) a respeito dos planos espirituais, pra onde vão os revoltosos, os rancoroso, odientos, suicidas e psicopatas, depois que desencarnam daqui desse plano terrestre.

Não sabemos o que é que mais causa terror, se é a doenças que se tem ou se é ter que ser atendidos na maioria dos hospitais públicos aqui no Brasil...

Trabalho ha muitos anos em um hospital grande e de nome e o que se ver de profissionais incompetentes e sem ética que tratam pacientes com ou sem dignidade é fora do comum.

A mídia não nos deixa mentir, todos os dias vemos essas coisas acontecer e nada é feito para acabar com isso.

Volto a dizer, a questão da falta de ética aqui no Brasil é muito séria, acho que todos os profissionais, principalmente da área da saúde, que lidam com vidas humanas, que lidam não somente com corpos, mas por trás de cada um deles há uma alma, há sentimentos e os pacientes precisam ser tratados com respeito, assim como os seus respectivos familiares.

Acho que a questão da ética deveria ser obrigatória nos currículos de todos os profissionais da saúde, e não somente isso, eles deveriam anualmente ser avaliados e monitorados para se saber como estão agindo com os pacientes, isso diminuiria e muito os atendimentos péssimos de alguns "profissionais" na área de saúde em todos os quadrantes.

Tecnologia avançada existe neste hospital, mas e a ética e os profissionais competentes?

Não quero generalizar, mas esses são poucos.

 

Ana Beatriz Da Silva - 11/03/2013

concordo com o senhor Humberto ribeiro,... passei por uma situação extremamente semelhante no mês de janeiro de 2012, sendo que meu bebe nasceu saudável, mas quase que sozinho pq já sabendo que os funcionários públicos de maternidade em geral no brasil,... acham que não temos o direito de sentir dor,... optei eu segurar minha enorme vontade de gritar e puxava meus cabelos e me agarrava na maca,... sim na maca onde fiquei longas horas no corredor pq os quartos de partos alguns estavam vazios mais sujos e a galera da limpeza não aparecia pra trocar a roupa de cama e coisa e tal... uma enfermeira ou técnica sei lá, fingiu ter me posto no soro e deixou-o próximo a mim pra quem passasse da supervisão achasse que eu ja estava no soro,... e mesmo eu explicando bem baixo por conta da dor,... que eu tenho partos rápidos... (era meu terceiro filho) e que o soro me ajudava no parto ela me ignorou,... e outra coisa logo que somos colocadas no quarto de parto temos direito por lei de termos um acompanhante de preferencia mulher ou o marido no caso dos quartos onde só tem um leito,... isso para partos normais que era meu caso. foi-me tirado esse direito.. em silencio sofri e em algum momento consegui tocar a campainha e um bom tempo depois apareceu a mesma enfermeira que foi super grossa comigo ao me colocar no leito dizendo que se eu caísse ao descer da maca pro leito ela não iria me segurar... (fiquei me perguntando pq esse ser e outros que estavam lá desprezíveis, escolheram tal profissão, pq concursaram pra trabalhar no hospital publico? ninguém colocou arma na cabeça deles,... ganham pouco? ninguém tb os enganou quanto a isso) e então pensando assim, não aceito essa desculpa de que nos tratam mal pq estão de mal com seu sistema .... sei que pedi com toda dor do mundo e toda educação do mundo e quase sem voz por conta da dor que ela permitisse a entrada da minha mãe que ja estava lá fora a minha espera desde as 5h da manha e ja eram quase 12h... fui totalmente ignorada... depois a chamei de novo e de novo um longo tempo se foi,... pra avisa-la que o bebe ia nascer, e que chamasse a medica,... vendo que estava sozinha, resolvi eu mesma garantir que meu filho chegasse bem ,... em silencio e com muita dor procurei subir o mais alta da cama que estava quebrada, pra que ele não caísse,... e depois de um longo tempo a medica que entrou no meu quarto pra pegar algum medicamento viu que meu filho ja estava com a cabeça saindo... e assim meu filho nasceu às 13h... e sabe a que horas sai daquele leito cheio do meu sangue, com a mesma roupa que vim de casa cheia de sangue, com minha placenta exposta no reservatório da cama??? exatamente as 20h40minh... isso mesmo ficamos lá eu e meu filho largados,... disseram que não tinha leito vago no andar de cima, horas depois me ofereceram um copo de café com leite e eu tive que descer do leito sozinha descalça pegar em uma mesa de remédios um daqueles adaptadores de tecido para os pés e só assim pegar meu filho nos braços, pois ele estava na cama de bebes distante de mim,... e chorava muito de frio... neste tempo entrou alguém da administração com a medica que fez meu parto e ele me orientou a não deitar sobre aquele sangue,...mas onde eu ficaria se era a única cama disponível,... e ela a medica respondeu... não tem problema não o sangue é dela mesmo... Essa foi minha desventura neste hospital umbral chamado Albert

 

Leonardo Do Rosário- 29/05/2012

fizeram pouco caso da minha prima quando chegou andando na emergência, com 40grau de febre e dor de cabeça há 15 dias, a febre foi tão alta que ela surtou de tanta dor de cabeça e febre, simplesmente me deram um encaminhamento para psiquiatria e deram alta para ela, chegando a casa convulsionou e entrou em coma, rapidamente retornamos ao Oliveiro, pois é o hospital mais próximo e de lá ela não voltou mais viva. e até então eles não sabiam oque ela tinha e no óbito veio que faleceu por problemas no fígado e meningite!!! porque não verificaram isso antes se é que ela estava mesmo com essa doença?? ficou lá 5 dias internadas e 7 dias no CTI. 24 anos de idade deixando um filho lindo de 10 anos.

 

Suellen Barbosa De Araújo - 08/02/2013

Deveriam analisar melhor sobre os acompanhantes, principalmente de bebes

que estão na UTI, já que minha prima está hoje mesmo acompanhando sua bebe e o esposo dela precisa levar MARMITA DE CASA PQ O HOSPITAL NÃO PODE CEDER UMA REFEIÇÃO PARA A MÃE QUE ESTA ACOMPANHANDO SEU BEBE PARA NÃO MORRER. Se uma enfermeira chega pra vc e diz: Mãezinha fica tomando conta da sua filha pra ela não tirar a venda dos olhos pq se ela tirar fica sega.

É CRUEL VC TER Q FICAR CUIDANDO DA SUA FILHA COM UM FRIO TERRÍVEL E AINDA SENTINDO

DÓ DE SUA BEBE E COM FEBRE. É assim que a situação da minha prima se encontra nesse exato momento! É EU NEM POSSO AJUDAR PQ SÓ A MÃE PODE FICAR COM O BEBE NA UTI.

 

Claudinéia Dos Santos Gonçalves - 20/04/2012

Como já mencionei a equipe que ajudou meu marido (Álvaro) em 2009 foi de grande importância em sua recuperação; Foram muitos, mas, vou agradecer alguns: (Dr) José Raimundo T.A. Filho, Fabiana Vieira, (enfermeiros) Eduardo, Sonja, '' Ana Angélica'‘, (fisioterapeuta) Luís Renato, (psicóloga) Carla.

Ele passou pelo 7º e 9º andar nesse período...Muito obrigada mesmo, por fazerem parte neste tempo tão difícil. Não esquecendo que até o pessoal da limpeza auxiliavam com sorrisos e no mais importante... na educação e eficiência de seus trabalhos, que foram feitos com perfeição. Outros também conquistaram espaços conosco, em outra oportunidade escreverei seus nomes... OBRIGADA!!!!!!!!!!!!

 

Fernando Marinato Rocha - 26/07/2012

Quero agradecer ao Dr Curi pela sua excelente competência como medico, e destacar o seu empenho em garantir a integralidade e a equidade aos seus pacientes. Continue sempre com esse humor maravilhoso em que nos recebe e uma educação exemplar, oferecendo não só a tec. profissional mais o amor a todos quantos estão aos seus cuidados, obrigado toda minha família agradece e reconhece o respeito que é dedicado por sua pessoa a cada vida. assim parabéns Dr Curi que o Albert Schweitzer sempre tenha você em sua equipe Médica. meu filho ta uma benção. Deus o Recompense.

 

Rosangela Da Silva Moutinho - 10/12/2010

Não sou moradora do Rio, minha tia é quem mora aí e nesse exato instante ela está na UTI, estou em Mato Grosso do Sul, Campo Grande, tentando saber notícias da minha tia para repassar para minha mãe e meu pai, que são hipertensos e diabéticos, e, como sou enfermeira, sei que meus pais podem descompensar a qualquer instante, tento ligar no hospital e não estou conseguindo um telefone válido, fica difícil dessa maneira dar uma avaliação satisfatória. Rosângela da Silva Moutinho.

 

Cristiane de Oliveira Reis Pereira - 12/10/2010

Eu estou muito satisfeita com o tratamento que minha sogra tem recebido no hospital Albert Schweitzer, Ela deu entrada na emergência na quinta-feira, no domingo passou para a enfermaria no 8ª andar e graças a Deus em primeiro lugar, depois a toda equipe que a tem assistido Ela está se recuperando muito bem. Aos orientadores de sábado Renato e Juvelino muito obrigado que Deus abençoe a vida de vcs. para a direção e organização do hospital nota 10, vcs estão de parabéns...

 

Renato Facundo Soares - 31/12/2011

Venho agradecer a toda equipe do Hospital, no plantão de hj Dia 31/12/2011 horário tarde. Em especial Dr. Márcio (Chefia), Assistente Social Valéria, Sra. Rita e enfermeiros. Por toda atenção, profissionalismo e muita boa vontade em atender e resolver a transferência do meu tio para o HCE (Hospital Central do Exercito). Sem esquecer do TEN BOMB PATRÍCIA LUCAS em fazer o primeiro atendimento. Que Deus abençoe a cada um de vcs, Feliz 2012!!!

 

Sônia Maria Rodrigues Da Silva - 18/02/2013

Sinceramente, estou tentando saber notícias de uma pessoa que deu entrada há horas atrás, neste hospital, e não consigo falar em nenhum dos telefones que tenho em mãos. Isto é um absurdo! O pior é que a pessoa está só e neste momento, há amigos que estão a caminho. Infelizmente, temos que conviver com este tipo de coisa. Espero que pelo menos neste momento, ela possa estar tendo o atendimento pelo menos necessário. Fica a minha indignação.

 

karolayne lindinha - 18/02/2012

o Albert esta cada vez melhor minha filhinha esta internada na maternidade patológica 11andar estão tratando dela super. bem meu parto foi no Albert uma maravilha os médicos maravilhosos e de quebra tem um medico famoso doutor kure um ótimo medico mais quem fez meu parto foi uma doutora uma maravilha também adorei graças a deus minha filha será curada e graças às médicos e enfermeiros do Albert aqui vos fala karolayne santos b.

 

Marisa Santa Rosa - 10/12/2012

Hoje trabalho no Albert em estágio de radiologia e observo que só estando lá dentro pra ver a capacidade dos profissionais, as instalações que não deixam nada a desejar em relação a hospitais particulares. Infelizmente sendo um hospital público não conseguimos dar conta da demanda de um dia de trabalho. Mas o hospital está de parabéns. Nota 8,5, por causa da demanda altíssima.

 

Rafaela Tebaldi Dos Santos - 13/12/2011

Ah equipe dos médicos de sexta feira a noite que me atendeu no Albert esta de parabéns, pois estava gestante e cheguei ainda com uma emergência e eles foram logo me atendendo, me dando a maior força e tiveram a maior paciência comigo e graças a DEUS deu tudo certo a minha filha nasceu e hoje estar tudo bem....

Ass: Rafaela Tebaldi Dos Santos

 

Maria Da Conceição Rosa Da Silva - 21/08/2012

o hospital merece uma reforma estatutária melhora no posto emergencial para atender melhor a população, ts estagiários precisam ser bem tratados por toda a equipe, também, são os que mais trabalham que a direção reveja e façam uma reciclagem e observem tratamento vip com os pacientes e valorizem-nos.

 

Claudia Ellen - 02/11/2010

UM, pois não consigo falar com os números desse hospital!

era urgente, e ninguém atendia ao telefones do hospital estadual de realengo, INCOMPETÊNCIA pura... Atenda aos telefones ou irei procurar meus direitos!! falta de responsabilidade! obrigado desde já Cláudia Ellen!

 

karolayne lindinha - 19/02/2012

Silene uma ótima assistente social do hospital Albert Schweitzer, muito calma, compreensiva adorei o atendimento dela comigo. deu-me conselhos, me passou ideias para os planos de minha vida adorei. aqui é karolayne santos Brasil uma ex paciente e atualmente acompanhante.

 

Milton De Abreu Cavalcante - 13/12/2012

hospital Albert Schweitzer fica ali no realengo muito lotado, lotado de problemas, mas aos poucos os chefes vão tomando para si a responsabilidade de cada caso, mas dia a dia a confusão é grande na parte do atendimento.

 

Bela Gonçalves - 11/02/2012

Estou com meu filho internado no Setor Pediátrico, na Ortopedia, Estamos sendo muito bem atendidos, Os médicos maravilhosos, Enfermaria dando aquele suporte. Parabéns. Tirando aquela imagem feia.

 

Graziele - 03/05/2012

incrível, como um hospital tão grande desse e ninguém consegue falar no telefone,

quando chama e ninguém atende, ou não podem dar informações do paciente!!!!!!! acho isso um desrespeito!!!!

 

Claudinéia Dos Santos Gonçalves - 20/04/2012

Meu marido (Álvaro) esteve por quase dois meses internado devido a um acidente de moto; e graças á Deus e a equipe do hospital foi muito bem assistido!! Sou grata por todos... Claudinéia

 

Clarice - 28/09/2012

Muito bom o Hospital, o telefone cedido pela Aline Medeiros é o telefone de lá mesmo, porém não dão informações, lamentável, os familiares ficam sem notícias do internado.

 

Clarice - 28/09/2012

Muito bom! Obrigada à Aline Medeiros que forneceu o telefone do Hospital, pena que não dão notícias por telefone, lamentável, diminuiria a ansiedade dos familiares

 

Juliana De Oliveira Barbosa - 03/01/2013

parabéns a maternidade perfeita adorei, tive meu filhote lá no dia 30 de junho de 2012 é foi perfeito. Dona Vera da maternidade millllllllllll bjssssssss lhe adorei.

 

Fabieni Cristina- 14/05/2012

fiquei nesse hospital no mês passado fui muito bem atendida só tenho a agradecer a toda à equipe do Dr. Curi muito obrigado DEUS abençoe toda a equipe de vcs.

 

Simone Marques- 05/01/2013

dependentemente do plantão, o atendimento está excelente, toda vez que eu e minha família precisamos ,somos bem atendido. parabéns

 

Amanda Das Graças Gonçalves - 05/06/2012

como faço pra chegar ao hospital Estadual Albert Schweitzer saído de campo grande?? alguém me ajuda, por favor?????

Amanda

 

Almir Bezerra Rodrigues - 06/12/2010

gostaria de saber como posso saber do estado de uma paciente que esta na emergência (pois o telefone do hospital na atende).

 

Fabio De O.Ferraz - 15/06/2012

Nasci nesse hospital em 1972 hoje ñ estou + na boa terra... queria saber o que ainda sobrou do antigo Hospital Padre Oliveiro

 

Ubirajara Gonçalves Dos Santos - 01/02/2012

estive 10 dias sob cuidados dos ortopedia e fui bem atendido parabéns muito bom atendimento UBIRAJARA SANTOS

 

Valdirene Pinto Dos Santos  - 08/02/2012

A MATERNIDADE ESTA PERFEITA E A PEDIATRIA TAMBÉM JA CONSIDERO ÓTIMA

 

Wanda Franco - 20/10/2012

moro na barra. como faço para chegar nesse hospital para visitar minha mãe.

 

Luan Silva Menezes - 23/06/2013

Atendimento Ótimo Alpe rei Lá Muito Bom Hospital


 
 
 
 
 
 
 

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